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Dengue mata três vez mais do que no primeiro semestre do ano passado

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Dengue mata três vez mais do que no primeiro semestre do ano passado
Aedes Aegypti, transmissor de doenças como: Dengue, Zika e Chikungunya

O Ministério da Saúde atualizou mais uma vez, na última quarta-feira (3), os dados das doenças causadas pelo Aedes Aegypti: Dengue, Zika e Chikungunya, no Brasil. A pesquisa aponta que houve um crescimento desordenado de casos pela doença, as amostras comprovaram que o número de mortes triplicaram em razão do vírus no país, os materiais foram coletados com base nos seis primeiros meses deste ano.

De acordo com as informações atualizadas pelo Sistema de Saúde, foram registradas 414 mortes, deixando de ser 366 mortes, número que foi calculado no último estudo realizado pelo órgão há duas semanas. Em comparação, ao mesmo período do ano passado, foram 129 mortes.

A Secretaria de Saúde, avaliou os casos no intervalo de 30 de dezembro a 22 de junho, a análise mostra que o Brasil teve, apenas neste ano, 1.234.527 de casos prováveis, ou seja, existem mais de um milhão de casos de dengue que não foram confirmados em laboratório ainda. No primeiro semestre do ano passado, eram pouco mais de 180 mil casos, agora, o número já é sete vezes maior.

O Estado com maior incidência da doença, transmitida pelo Aedes Aegypti, continua sendo Minas Gerais, já foram contabilizados dois mil casos. As regiões Sudoeste e Centro-Oeste lideram o ranking dos estados com mais ocorrências. No entanto, o Órgão de Saúde está otimista para esse próximo semestre, segundo eles, essa porcentagem alta de casos da doença tendem à cair gradativamente.

Entre janeiro e julho, foram registrados 75,149 mil casos prováveis de chikungunya no Brasil. No total, foram confirmadas 21 mortes. No mesmo período, foram 7,705 mil acontecimentos possíveis de zika registrados pelo Ministério de Saúde. Até o momento, foram comprovados 2 óbitos, e, em 2018, houve 1 morte por zika.

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